Atentos às melhores técnicas para facilitar um corpo físico equilibrado, a equipe LUNE considera, também, da maior importância, os benefícios de trabalhar a saúde emocional e mental.

A Programação Neurolingüística - PNL, tem toda uma metodologia voltada para este fim, pois se ocupa com a programação das ações (planejamento) para ser factível alcançar  as metas desejadas, a partir da forma como pensamos e do modo como a linguagem nos afeta.

Trata-se de uma ciência nascida na segunda metade do século passado, baseada nos estudos e descobertas de John Grinder e Richard Bandler. De lá para cá, com o desenvolvimento das neurociências, dos modelos de terapias, da física quântica e do pensamento sistêmico, a PNL também vem se atualizando, e já se encontra na sua 3ª. geração – a que diz respeito aos relacionamentos com outros e relação da própria pessoa com ela mesma.

Esse novo modelo da PNL deixa claro o quanto à conscientização corporal favorece a “mente sã” das pessoas, conduzindo-as a um equilíbrio emocional que poderá ocasionar uma sensação maior de conexão com o todo, um fluir melhor, mais criatividade, satisfação de viver, alegria e vivacidade.

A conscientização quanto ao próprio soma (corpo físico) traz as pessoas para o momento presente. Respirar profundamente, percebendo o movimento largo do tórax, pisar com os pés chapados no chão possibilita estar consciente de que os pensamentos, os sentimentos e as ações encontram-se no aqui e agora, junto ao corpo que respira e pisa. 

De acordo com a PNL, essa mão tem duas vias, assim, também é possível fazer-se mais consciente do próprio soma e das ações para conquistar o “corpo são”, planejando a partir de como pensamos, sentimos e de como a linguagem nos afeta.

Curar o corpo físico e prevenir as possibilidades de lesões são duas questões que também podem ser  enfrentadas com o uso das técnicas propostas pela Neurolingüística. Quando trabalhadas juntas – Dinâmica Corporal e PNL, uma complementando a outra, os resultados tendem a ser mais rápidos, duradouros e menos sofridos.

Como já disse o filósofo John Locke, “aquele que deseja ambos (mente sã em um corpo são), será um pouco melhor em tudo”. Desenvolver uma nova postura (física e mental) perante a vida, buscando melhorar o desempenho interpessoal (entre 2 ou mais pessoas) e intrapessoal (entre a pessoa e suas próprias questões) vai bem servir para fortalecer a alegria e o prazer de viver !

A equipe LUNE também oferece esse serviço por intermédio de coaches treinados em PNL e Pensamento Sistêmico.

Quando nos perguntamos pelos limites da dor, observamos os nossos e vemos que não se encontram tão longe assim. É só nós dobrarmos as costas que encontramos um repuxar das pernas que nos alertam que não devemos ultrapassá-los.
A tristeza, a angustia ou a pena que acompanham a dor também não são difíceis de serem percebidos.  Nós vamos conscientizando- nos assim que a dor, o sofrimento, a enfermidade e a morte fazem parte da natureza humana. Aceitá-los, conhecer seus limites e as possibilidades de cada um também é natural. Desconhecê-los ou rejeitá-los, ao contrario, pode ocasionar o ingresso numa rota de visitas a especialistas, de abuso de medicamentos e calmantes, uma roda de sofrimento.
A resposta da dor depende da  situação e sensibilidade de cada pessoa. Há alguns que em situações limites de angustia, fome ou infortúnios são capazes de liberar endorfinas internas _ opiorfinas na saliva _ que faz com que esqueçam a dor. Um boxeador num ringe ou um toureiro na praça de touros, golpeados ou feridos com situações que fariam tremer de espanto a qualquer um, podem produzir opiáceos internos e suportarem a dor até limites inimagináveis. Mulheres que rejeitam a peridural sentem também sua própria capacidade de segregar endorfinas durante o parto.  Ao contrário, há pessoas que sentem dor com estimulo muito baixo.
Uma questão de sensibilidade pessoal
A sensibilidade frente à dor depende da genética, de aspectos emocionais e das expectativas de vida e sobrevivência, porém também da presença ou não de danos cerebrais. A antecipação, o medo, a ansiedade e as expectativas de dor a aumentam, enquanto as expectativas otimistas a diminuem. Do mesmo modo como a atenção sobre a própria dor a acentuam, distrair-se ou concentrar-se em outros problemas ou motivações _tais como buscar comida ou defender a vida_  libera opioides para supri-la.
A dor alerta sobre os limites corporais e o perigo que pressupõe ultrapassá-los. Surge em situações de crise e mudanças, fazendo com que permaneçamos em alerta para tomar decisões que ajudam a dissipá-lo ou amortecê-lo.  Pode ser controlado com medicação externa, mas também pode ser observada  como um promotor de mudanças importantes na forma de agir, promover o movimento ou estática, e induz à produção de calmantes andógenos.
Recomendações:
Quando existe a dor, tudo não é tão simples como tomar um analgésico, a dor sempre lança um desafio: o de chegar à sua origem para corrigir a causa e evitá-la.
O que o corpo esta tentando dizer com esta dor?
Que mudanças de vida ela propõe?
O fato de admitir que uma resposta dolorosa obedece a uma finalidade positiva já alivia a dor.